QUESTÃO SOBRE O TEXTO "TEORIA DO NÃO-OBJETO"

 Ferreira Gullar propõe no seu texto a existência de um "não-objeto", que, teoricamente, não se esgotaria em possibilidades de uso e sentido, mudando de significação de acordo com a interação feita por pessoas diferentes. Entretanto, o questionamento feito é se essas possibilidades são realmente infinitas ou se existe um momento em que os não-objetos se tornam objetos, uma vez que as pessoas tendem a atribuir significações às coisas que encontram ao seu redor. A tendência de associar situações novas às situações já vividas seria capaz de, após um tempo, transformar o não-objeto em um objeto? 

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