CRÍTICA DOS OBJETOS PARAMÉTRICOS
O objeto feito pela Ana Beatriz apresentou algumas mudanças nos cortes propostos inicialmente, o que limitou um pouco as possibilidades de alterações. A cada peça encaixada, a colocação da peça seguinte se tornava um pouco mais difícil, pois havia menos cortes do que o imaginado pelo grupo. Entretanto, a escolha do papel Paraná para a realização do trabalho foi uma decisão bem sucedida, pois conferiu maior estabilidade para a composição.
Já a Kamyla decidiu usar uma escala menor, o que, associado à espessura do papelão, material escolhido por ela, possibilitou que o objeto se mantivesse estável. Também houve a redução no número de cortes em cada peça, ocorrendo novamente a limitação das possibilidades de montagem, que iam se esgotando a cada novo encaixe realizado.
A Letícia Andrade realizou a escolha de material mais inovadora do grupo ao realizar seu objeto em EVA. Essa decisão levou à confecção de um objeto bastante estável, como os anteriores, mas trouxe a cor como novidade, uma vez que foram construídas peças nas cores roxa, azul e preta. Além disso, cada peça era constituída por uma junção de 3 folhas de EVA, gerando peças mais espessas que as dos outros integrantes do grupo. A proposta inicial de cortes feita pelo grupo foi mantida na produção da Letícia, o que possibilitou maior liberdade de encaixes e de formação de novos objetos.
O objeto da Letícia Genuíno também foi feito por peças de papelão, escolha feita pela maioria do grupo. Cada uma das peças apresentava diversidade de cortes, possibilitando inúmeras formas de alterar o objeto. Todas as peças foram coloridas, umas de branco, outras de roxo e algumas com uma mistura dessas duas cores.
A Maria Laura apresentou também um objeto em papelão, com as mesmas características dos dois anteriores: a estabilidade e a diversidade de corte. A diferença, nesse caso, foi a construção de um objeto que se assemelhava a um cachorro, fugindo da ideia de abstração. Entretanto, a possibilidade de alteração permitiu que algo figurativo se transformasse em algo abstrato em questão de segundos.
O Milton também construiu um objeto estável, com diversos cortes e em papelão, assim como a maioria do grupo. Isso resultou, mais uma vez, em um objeto com infinitas possibilidades de alteração.
A objeto da Sthefany apresentou uma escala reduzida, assim como o da Kamyla, e também era constituído de peças de papelão, tornando-o estável. Entretanto, os cortes foram menos diversificados, causando novamente a redução das possibilidades de alteração.
Por fim, a Tatiane trouxe uma ideia diferente do restante do grupo: a tentativa de construir peças maleáveis que pudessem ser curvadas. Para isso, foram feitas tentativas em dois materiais diferentes: o papel Paraná e o papel sulfite. Contudo, o primeiro material gerou peças muito rígidas, enquanto o segundo resultou em peças muito moles. Além disso, a interação com o objeto também foi limitada pela quantidade reduzida de encaixes apresentada em cada peça.


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