PROCESSO DE PROJETO E PRODUÇÃO DA INTERVENÇÃO
Grupo: Cauã, Jade, Kamyla, Lara, Lívia, Maria do Carmo
O lugar escolhido pelo grupo para a intervenção foi a Praça da Canoa e, em um primeiro momento, foi realizada uma performance com o objetivo de conhecer e apropriar do espaço por meio do uso do próprio corpo.
Para entender melhor a dinâmica e a história do local, foram feitas entrevistas com visitantes e funcionários, que trouxeram visões diferentes do ambiente. Enquanto os visitantes reafirmaram que o espaço traz sensações de tranquilidade e sossego, também percebido pelo grupo anteriormente, os funcionários informaram sobre um certo abandono e um desconhecimento da real origem da cabana que ali se localiza. Percebemos também que a maioria dos visitantes desconhecia o local, que constituía apenas um espaço de passagem, não de permanência.
Em sequência, já influenciados pelas informações obtidas nas conversas, começamos a pensar sobre o processo de intervenção de maneira mais concreta, objetivando chamar a atenção para um lugar praticamente desconhecido.
Após um longo processo de mudanças na ideia inicial, houve a decisão pela criação de cinco câmaras escuras com filtros de cor diferentes, que seriam espalhadas pelo local, convidando as pessoas a permanecer e contemplar a natureza ao redor de uma maneira diferente do usual.
Planejamos também inserir um sensor de proximidade na entrada principal, que chamaria a atenção daqueles que transitassem por ali, além de um som ambiente na cabana, que seria alterado com a movimentação das caixas espalhadas pelo local.
Todos os fatores unidos seriam capazes, na visão do grupo, de manter e intensificar a sensação de tranquilidade já presente no ambiente e de despertar a curiosidade e a permanência dos visitantes do museu.
Terminado o planejamento, começamos a fazer as câmaras escuras e, após finalizadas, iniciamos a montagem da intervenção no museu.



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